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A Importância do Autoconhecimento para a Saúde Mental no Ambiente de Trabalho

Atualizado: 3 de mai.

O autoconhecimento é mais do que apenas estar ciente de nossas próprias preferências ou habilidades. Ele representa uma profunda compreensão de quem somos, nossas motivações, valores, medos e desejos. É olhar para dentro de nós mesmos com honestidade e autenticidade, buscando compreender nossa própria natureza em sua totalidade.


Quando nos conhecemos verdadeiramente, somos capazes de identificar e compreender nossos padrões de pensamento, comportamentos e emoções. Isso nos permite lidar de forma mais eficaz com o estresse, a ansiedade e outras questões emocionais que possam surgir em nossas vidas.


Ao cultivarmos o autoconhecimento, desenvolvemos uma maior resiliência psicológica, tornando-nos mais capazes de enfrentar os desafios do dia a dia com calma e clareza mental. Além disso, o autoconhecimento nos capacita a tomar decisões mais alinhadas com nossos valores e objetivos, promovendo um senso de propósito e satisfação pessoal.


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Como Desenvolver o Autoconhecimento para uma Melhor Saúde Mental no Ambiente de Trabalho


Desenvolver o autoconhecimento é fundamental não apenas para o nosso bem-estar pessoal, mas também para a nossa saúde mental no ambiente de trabalho. Ao compreendermos melhor quem somos, nossas reações emocionais e nossos limites, podemos tomar decisões mais conscientes e assertivas em relação ao trabalho, o que impacta diretamente nossa qualidade de vida.


1. Reconhecimento dos Limites Emocionais:

 

A Dra. Danielle Nogueira, Gerente de Serviços de Saúde no Nubank, enfatiza a importância de reconhecermos nossos limites emocionais e de estabelecer esses limites no ambiente de trabalho. Em suas reflexões no podcast ElevaTalks, ela ressalta que como trabalhadores, é crucial que conheçamos nossos próprios limites emocionais e que os comuniquemos no contexto profissional. Ela afirma: “Nós, enquanto trabalhadores, devemos conhecer os nossos limites emocionais e impô-los ao mundo do trabalho. Dizer até aqui eu posso ir, a partir daqui a conta não fecha. Eu estou adoecendo, estou perdendo propósito, estou perdendo horas com a minha família, estou perdendo aquilo que é importante para mim.” Essa conscientização é fundamental para preservar o bem-estar pessoal e garantir um equilíbrio saudável entre vida profissional e pessoal.

 

2. Desenvolvimento da Inteligência Emocional:

 

No ambiente de trabalho, as demandas emocionais muitas vezes rivalizam com as exigências intelectuais. É aqui que a inteligência emocional desempenha um papel crucial. Desenvolver a inteligência emocional não apenas nos permite compreender e gerenciar nossas próprias emoções, mas também nos capacita a reconhecer e responder de forma eficaz às emoções dos outros. Isso é especialmente importante em situações de conflito, onde a habilidade de manter a calma e empatia pode ser determinante para alcançar soluções colaborativas. Ao investir no desenvolvimento da inteligência emocional, não apenas fortalecemos nossa própria resiliência emocional, mas também contribuímos para a construção de um ambiente de trabalho mais positivo e harmonioso para todos os envolvidos.

 

3. Autopercepção e Reconhecimento dos Limites de Resiliência:

 

Cada indivíduo deve ser incentivado a desenvolver autopercepção e reconhecer seus próprios limites de resiliência. Isso implica em compreender quando estamos nos aproximando do esgotamento e tomar medidas proativas para cuidar de nossa saúde mental. Como mencionado pela Dra. Danielle Nogueira: “Eu falo muito em consultório, brincando com as pessoas, é ‘Ah, descobriu então qual é o seu órgão, qual é o seu sintomazinho do alerta?’ Aí a pessoa: ‘Como assim?’ Eu digo assim, ‘Tá vendo essa dor de garganta, essa fala que de vez em quando some? O que é isso?’ ‘É o tempo? É outra?’ ‘É uma alergia?’ Na verdade, é um sintoma neurovegetativo, é um resultado de que algo não tá bem, não tá equilibrado, que você está perdendo sua saúde. E é muito interessante como cada ser humano tem o seu, né? Alguns é o coração que palpita, alguns é o pescoço que trava, é a garganta doendo. Alguns começam a ter infecção urinária e você olhar pra você e entender, Opa, esse é o meu sinalzinho de alerta. A partir daqui, só vai piorar, e eu tenho que tá atento a isso aqui.”

É essencial que cada indivíduo seja apoiado para desenvolver a capacidade de reconhecer seus próprios limites emocionais. Isso envolve não apenas compreender até onde podemos ir em termos de carga de trabalho e estresse, mas também reconhecer quando é necessário recuar e priorizar nosso bem-estar emocional.


O episódio do ElevaTalks com a participação do Dra. Danielle pode ser assistido na íntegra no Youtube da ElevaLife!



Conclusão

Ao desenvolvermos um profundo entendimento de quem somos, somos capazes de identificar os gatilhos emocionais que desencadeiam reações negativas em nós. Essa consciência nos dá a capacidade de antecipar e gerenciar esses gatilhos, ajudando-nos a responder de maneira mais calma e equilibrada diante das adversidades.


Além disso, o autoconhecimento nos fornece as ferramentas necessárias para enfrentar o estresse e a ansiedade de forma mais eficaz, pois nos permite reconhecer os padrões de pensamento e comportamento que contribuem para esses estados emocionais e adotar estratégias de enfrentamento saudáveis e produtivas.


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