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Índice de Sinistralidade: Como Reduzir com Programas de Saúde e Bem-estar

Atualizado: 21 de mar.

O aumento do índice de sinistralidade preocupa as companhias de todos os setores, que arcam com despesas cada vez mais altas para promover a assistência e apoio à saúde de seu colaborador.


De acordo com um levantamento realizado pela IDEC sobre planos de saúde, o reajuste de contratos corporativos de maior porte (com mais de 30 beneficiários) teve um aumento médio de 58,99% dentro do período de 2018 a 2022.


Portanto, com o aumento crescente, gestores de RH e empresários se questionam como é possível otimizar os gastos com o plano de saúde corporativo e destinar para outras atividades mais assertivas.


No conteúdo de hoje, abordaremos como as ações de prevenção e promoção à saúde e bem-estar são ferramentas eficazes para reduzir o índice de sinistralidade e os custos.

Acompanhe a seguir!

Índice de sinistralidade

Afinal, o que é o Índice de Sinistralidade?

O índice de sinistralidade é a relação entre o número de colaboradores que utilizaram o serviço e o valor que é pago ao plano de saúde.


Dessa forma, quando um colaborador utiliza o plano de saúde fornecido por sua empresa é gerado um sinistro.


Quanto maior é a utilização do plano de saúde por parte dos colaboradores em uma empresa, maior é o índice de sinistralidade, podendo gerar aumentos não previstos no gasto com o plano de saúde e impactar negativamente as finanças da organização.


Existem vários indicadores que podemos verificar para calcular e predizer o tamanho da sinistralidade de uma empresa, dentre eles os mais agressores são: Internações; Cirurgias; Utilização do Pronto Socorro; Exames de Imagem e Reembolso de Serviços.

Quais são as variáveis que influenciam no Índice de Sinistralidade?

Existem muitas variáveis que influenciam no aumento da sinistralidade, dentre elas estão duas principais: a frequência de utilização e situações adversas.


Como abordamos anteriormente, quanto maior é a utilização do plano por colaboradores, maior é o gasto que a companhia vai desembolsar para a operadora, caso utilize mais do que a franquia permita.


Quando a empresa não apresenta uma gestão de saúde adequada para seus colaboradores podemos observar um aumento na utilização desnecessária dos principais agressores, como por exemplo:


- Utilizar o pronto socorro devido a falta de acompanhamento médico;

- Realizar cirurgias que poderiam ser evitadas através de tratamento com especialistas;

- Exigir exames de imagem por qualquer motivo sem a devida orientação profissional de dentro da rede de saúde; entre outros.


situações adversas como pandemias, calamidades e desenvolvimento de novos vírus contagiosos aumentam a frequência de utilização do plano de saúde por parte da população em geral, sendo um evento atípico e dificilmente evitável.


Neste caso, há a necessidade de ações conjuntas com parceiros estratégicos a fim de aumentar o espectro de ações para os colaboradores.


Além de amparar os colaboradores na hora em que estão mais necessitados, também auxilia para que a sinistralidade aumente menos do que o esperado.

Como minimizar o Índice de Sinistralidade na empresa?

A conscientização e promoção de ações de saúde e bem-estar são ferramentas que muitas companhias investem atualmente para reduzir o índice de sinistralidade.


Com foco na prevenção, orientação e tratamento especializado para os colaboradores, e utilizando ferramentas de gestão em saúde, é possível utilizar estes programas a fim de diminuir os principais agressores à sinistralidade da empresa.


Dentro dessas ações, podemos citar neste artigo algumas ações estratégias para o controle da sinistralidade:


1. Qualidade e Profundidade do Gerenciamento de Riscos em Saúde e Segurança do Trabalho

Envolvendo não só os riscos previstos pelas NRs, como também os organizacionais (está previsto na NR-17, porém muitas vezes o diagnóstico desta dimensão é parcial).


Os riscos organizacionais realmente são mais difíceis de serem identificados, mas se relacionam diretamente com a segurança psicológica do colaborador e influencia na qualidade dos relacionamentos dentro da empresa, refletindo no engajamento e produtividade.

2. Mapeamento do Perfil de Saúde da População

Desenvolver o mapeamento do perfil de saúde da população para identificação das principais necessidades a serem trabalhadas nos programas de prevenção e promoção à saúde, a fim de contratar e executar programas que realmente farão diferença para os colaboradores.

O mapeamento do perfil de saúde da equipe não apenas permite uma abordagem personalizada para a promoção da saúde, mas também contribui para uma cultura de bem-estar sólida e voltada para resultados.


É um passo fundamental na jornada em direção a um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo.


3. Cultura de Saúde e Preparo da Liderança

Sim, estes dois pilares evoluem juntos, pois não há como construir uma cultura de saúde sem o preparo da liderança em dimensões chave, como por exemplo, o saber lidar com a saúde mental dos liderados e a questão do exemplo, o walk the talk.


Dessa forma, a liderança desempenha um papel vital na promoção do bem-estar dos colaboradores e na criação de um ambiente saudável de trabalho.


Essa abordagem integrada não apenas beneficia o bem-estar dos funcionários, mas também contribui para o sucesso e a sustentabilidade a longo prazo da empresa.


mulher alongando no trabalho

Como avaliar resultados de Programas de Saúde e Bem-Estar no Índice de Sinistralidade?

Agora que você já compreendeu a importância dos programas de saúde e bem-estar para reduzir gastos com saúde, como saber se o que você implementou está realmente funcionando?


Acompanhar os resultados é fundamental para entender se os programas estão gerando um impacto positivo na saúde e bem-estar do trabalhador.


Conheça algumas formas de como avaliar os resultados desses programas!


1. Comece pela métrica-chave: o índice de sinistralidade

Compare os dados antes e depois da implementação das iniciativas de saúde e bem-estar na empresa.


Uma redução no índice de sinistralidade é um indicador sólido de que suas ações estão tendo impacto positivo.


2. Feedback dos Colaboradores

Realize pesquisas ou entrevistas para coletar feedback dos colaboradores.


Pergunte sobre a percepção deles em relação aos programas de saúde e bem-estar, se eles se sentem mais saudáveis, dispostos e se as iniciativas estão atendendo às suas necessidades.


3. Indicadores de Saúde

Analise os indicadores de saúde dos funcionários, como pressão arterial, IMC, níveis de estresse, entre outros. Esses dados podem mostrar melhorias na saúde geral da equipe.


4. Taxas de Absenteísmo

Acompanhe as taxas de absenteísmo ao longo do tempo. Uma redução no número de licenças médicas ou faltas ao trabalho pode ser um indicativo positivo de que as iniciativas estão contribuindo para a saúde dos colaboradores.


5. Participação nos Programas

Avalie a participação dos funcionários nos programas de saúde e bem-estar. Quanto mais colaboradores aderirem, maior será o impacto das ações.


Monitore a adesão ao longo do tempo para entender as tendências.


6. Conte com uma Empresa Especializada em Saúde e Bem-Estar Corporativo

A avaliação de resultados é fundamental, mas muitas vezes pode ser um desafio. É aqui que entra o apoio de uma empresa especializada em saúde e bem-estar corporativo.


Esses especialistas têm a expertise e as ferramentas necessárias para ajudar você a avaliar de forma mais precisa e eficaz o impacto das iniciativas de saúde e bem-estar.


Eles podem oferecer insights valiosos, orientação na coleta e análise de dados e até mesmo implementar e ajustar programas com base nesses resultados.


Ter um parceiro confiável ao seu lado pode fazer toda a diferença para alcançar um ambiente de trabalho mais seguro, produtivo e saudável!


O Que Fazer com os Resultados?

  • Ajustes e Melhorias: Use os dados para fazer ajustes nas iniciativas existentes e implementar melhorias onde necessário. Por exemplo, se os resultados mostram que os programas de alimentação saudável têm baixa adesão, você pode ajustar a abordagem ou oferecer incentivos adicionais.

  • Reconhecimento e Motivação: Reconheça e celebre as conquistas e melhorias. Isso não apenas motiva os colaboradores, mas também destaca o compromisso da empresa com a saúde e o bem-estar.

  • Comunicação Interna: Comunique os resultados aos colaboradores. Isso os mantém informados sobre o progresso e reforça a importância das iniciativas de saúde e bem-estar.

Conclusão

Como você viu até aqui, minimizar o índice de sinistralidade não é uma tarefa fácil, porém com ações e atitudes de promoção de saúde e bem-estar durante o dia do colaborador é possível!


A nossa empresa, ElevaLife, está comprometida a embarcar nesse desafio com você e desenvolver um plano de ações com base nas necessidades específicas da sua empresa.


Contamos com especialistas em saúde e bem-estar e fornecemos os serviços de gestão de ergonomia, ginástica laboral, fisioterapia e saúde mental para companhias ao redor do Brasil!


Entre em contato com os nossa equipe e saiba mais!

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